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Um novo ativo de luxo para quem já possui mais de US$ 100 milhões

No universo dos grandes patrimônios, o nome Knightsbridge Circle circula em voz baixa, e entre poucos. Fundado em 2012, em Londres, esse clube exclusivo atende pessoas com mais de US$ 100 milhões em ativos, segundo sua própria apresentação. Além de muito ricos, esse público gasta. E muito. Só em viagens, cada um desembolsa mais de US$ 500 mil por ano. Para que cada escolha seja memorável, o Knightsbridge Circle dispõe de cinco profissionais por cliente. Esses concierges se dedicam a garantir comodidades como mesas em restaurantes disputados, voos de helicóptero, fretamento de jatos ou acesso a eventos fechados.

Agora, esse modelo de acesso personalizado chega ao setor de cruzeiros por meio de uma parceria inédita com a Regent Seven Seas Cruises. A proposta é simples: quem reservar as suítes mais caras da companhia recebe, como cortesia, acesso ao clube – normalmente restrito a convite. Apesar de manter escritórios em Dubai, Amsterdã, Nova York, Miami e Boston, há um limite rígido de associados. Por isso, a oferta só vale para a Regent Suite, disponível em três navios da linha Explorer Class, e para a futura Skyview, do novo Seven Seas Prestige, previsto para 2026.

Passeio em supercarros, como Pagani e Bugatti, é parte da oferta de atrativos do Knightsbridge Circle

“A Regent está focada em convidar os hóspedes a vivenciar o inigualável”, disse o chief luxury officer da Regent, Jason Montague. “Ao oferecer a abordagem personalizada do Knightsbridge Circle, ampliamos a variedade de comodidades disponíveis para criar a experiência definitiva”, afirmou. Segundo o fundador e CEO da Knightsbridge Circle, Stuart McNeill, a iniciativa une “dois líderes em viagens de ultraluxo” e permite construir jornadas sob medida, com experiências selecionadas, gastronomia exclusiva e estadas antes e depois de cada viagem.

A Regent Suite, que dá direito ao benefício, tem tarifas a partir de US$ 15 mil por noite e 465 m² para acomodar até seis hóspedes. Entre os atributos estão spa privativo, jacuzzi, sala de jantar formal, mordomo dedicado, decoração com obras originais de artistas como Picasso e até um piano de cauda. O colchão Hästens Vividus, feito à mão, é outro mimo exclusivo.

Já a Skyview Regent Suite, prevista para 2026, ocupará dois andares do Seven Seas Prestige, com 817 m², varanda em todo o entorno, academia particular, sauna, elevador privativo e tarifas que começam em US$ 25 mil por noite.

O acesso inclui um personal manager dedicado para organizar traslados, visitas privadas, personal shopping e qualquer outra demanda. Quer pilotar uma Bugatti? O clube providencia. As experiências em si, porém, são cobradas à parte. McNeill explica: “Queremos redefinir o significado de viajar com estilo, oferecendo momentos que continuam a inspirar muito depois do fim da viagem”.

No segmento de altíssimo padrão, onde o diferencial costuma estar nos detalhes, a parceria tenta firmar posição ao unir duas marcas que vivem do mesmo compromisso: entregar algo além do que o hóspede pedir. E, se possível, aquilo que ele nem imaginava existir.

 

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