Estão abertas as licitações para construção de dois novos campus para o Instituto Federal em Mato Grosso do Sul. Com investimento previsto de R$ 64,7 milhões, a expectativa é que, nos próximos anos, Amambai e Paranaíba também ofereçam cursos técnicos, de especialização e de graduação para todo o estado.
O aviso para que empresas de engenharia participem das licitações foi publicado no Diário Oficial da União de sexta-feira (28).
Dos R$ 64,7 milhões de investimento, R$ 33,7 milhões são destinados à construção do Campus Paranaíba e R$ 31 milhões para o Campus Amambai Povos Originários. Parte dos recursos vem do Novo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).
Ambos processos seguem a modalidade de concorrência eletrônica, com critério de maior desconto. As propostas devem ser enviadas pelo Portal de Compras do Governo Federal.
A abertura dos envelopes com as propostas está prevista para os dias 30 de junho em Paranaíba e 2 de julho em Amambai.
Infraestrutura
Os novos campi terão três blocos com salas de aula, laboratórios, bibliotecas, auditórios, áreas administrativas, além de refeitórios, áreas de convivência e guaritas. Também estão previstas instalações elétricas e para o abastecimento de água, sistema de captação e reúso de água da chuva, com foco em sustentabilidade e preservação ambiental.
Em Paranaíba, o campus será instalado em uma área de 50 mil m², localizada na Vila Santo Antônio, às margens da BR-158. A expectativa é que a empresa vencedora finalize a obra em um prazo de 36 meses.
“O passo seguinte será a liberação dos códigos de vagas e a autorização de funcionamento do campus, essenciais para que possamos ofertar os cursos presenciais.”
Professor Genivaldo Schlick
Já o Campus Amambai Povos Originários será construído em uma área de 5,8 hectares, localizada na Rua Castelo Branco, a 500 metros da Avenida Pedro Manvailler, a principal via urbana da cidade.
“As expectativas são altas, pois este novo campus representa uma oportunidade única de promover a inclusão educacional de toda a região e valorizar as culturas dos povos originários. Trata-se de um projeto de grande relevância para a nossa comunidade”.
Antônio Viegas Neto, presidente da comissão responsável por implantar o novo campus