Juliana Oliveira, conhecida como Juju do Pix, apresentou os resultados de seis meses de sua reconstrução facial após iniciar um tratamento para remover óleo mineral aplicado em seu rosto por uma clínica clandestina em 2017. A influenciadora, natural de Passo Fundo, no Rio Grande do Sul, vem passando por uma série de procedimentos cirúrgicos para corrigir as deformações causadas pela substância.
As imagens mais recentes foram divulgadas pelo médico Thiago Marra, responsável pelo acompanhamento da paciente. Segundo ele, a primeira cirurgia ocorreu em novembro de 2025 e, desde então, outras três reabordagens cirúrgicas foram realizadas sem intercorrências.
Evolução do tratamento
De acordo com Thiago Marra, o processo de reconstrução facial tem apresentado resultados positivos tanto do ponto de vista estético quanto funcional. O médico afirmou que a paciente demonstrou satisfação com a recuperação e com as mudanças alcançadas ao longo dos últimos meses.
O especialista destacou ainda que todas as etapas foram conduzidas dentro dos protocolos de segurança e que o planejamento do tratamento levou em consideração expectativas realistas sobre os resultados possíveis.
Impacto na vida pessoal
Além das melhorias físicas, o médico relatou uma evolução significativa na autoestima e na qualidade de vida da influenciadora. Segundo ele, a redução das deformações faciais contribuiu para diminuir episódios de ataques virtuais, bullying e perseguições que Juju enfrentava com frequência.
No mesmo período, a influenciadora também realizou outro desejo pessoal ao passar pela colocação de próteses mamárias de silicone.
Como começou o problema
Juju do Pix procurou um procedimento estético em 2017 com o objetivo de tornar os traços do rosto mais femininos. No entanto, o resultado acabou provocando deformações faciais que a acompanharam por anos.
Segundo relatos da própria influenciadora, a clínica responsável informou inicialmente que teria utilizado silicone industrial. Posteriormente, ela descobriu que foram aplicadas cerca de 21 seringas de óleo mineral, substância que desencadeou complicações e exigiu um longo processo de correção.
Caso chama atenção para riscos
O caso reforça os alertas de especialistas sobre os perigos de procedimentos realizados em clínicas clandestinas ou sem acompanhamento adequado. A aplicação de substâncias não autorizadas pode causar inflamações, deformidades permanentes e a necessidade de múltiplas cirurgias reparadoras.
Nos últimos anos, órgãos de saúde têm intensificado campanhas de conscientização para orientar pacientes a verificar a qualificação dos profissionais e a regularidade dos estabelecimentos antes de realizar intervenções estéticas.
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