Wellington rebate Pivetta e diz que é “cabulosa” história de jovem que já apareceu no Fantástico


O senador e pré-candidato ao Governo de Mato Grosso, Wellington Fagundes (PL), divulgou neste fim de semana um vídeo em suas redes sociais rebatendo declarações do governador Otaviano Pivetta (Republicanos), que havia afirmado que o parlamentar teria uma história “cabulosa”.
Sem partir para ataques pessoais, Wellington afirmou que Mato Grosso precisa discutir propostas e as prioridades da administração estadual.
“Quem tem história cabulosa é quem apareceu no Fantástico em matéria policial. Mato Grosso não quer briga pessoal. O que o povo quer saber é de proposta para o Estado e, principalmente, das decisões do seu governo”, afirmou.
Ao fazer referência ao Fantástico, Wellington citou o episódio amplamente conhecido e que até hoje circula na internet, quando Pivetta foi tema de reportagem nacional após acusações de violência doméstica feitas por sua ex-esposa. Na ocasião, o caso ganhou grande repercussão e foi destaque no programa da TV Globo. Posteriormente, a defesa do atual governador passou a destacar que o processo foi arquivado.
O senador também respondeu às críticas de que seria um “político de profissão”, lembrando que o próprio governador construiu sua trajetória na vida pública ao longo de três décadas.
“Você diz que sou político de profissão, mas você está na política há trinta anos. Já foi prefeito, perdeu eleições, foi deputado, vice-governador e hoje é governador. A diferença é que o povo conhece a minha história, sabe que eu trabalho por todos os municípios e pelas pessoas.”
No vídeo, Wellington voltou a questionar o projeto encaminhado pelo Governo do Estado para contratar um empréstimo de R$ 1,5 bilhão destinado à construção de moradias. Segundo ele, se a habitação realmente fosse prioridade da atual gestão, o governo não teria destinado menos de 3% dos recursos do Fethab para construção de casas em 2025.
“Se habitação é prioridade número um, por que o governo mudou a finalidade do Fethab e investiu menos de 3% em moradias? É correto pegar empréstimo quando o Estado arrecadou tanto e ainda assim deixou a habitação para a última hora?”
Wellington também defendeu que governar vai além da capacidade de realizar obras e equilibrar as contas públicas.
“Governar é criar alternativas, buscar soluções mais baratas e fazer bons negócios para a sociedade. Governar não é apenas fazer bons negócios. Governar é cuidar de pessoas, definir prioridades, olhar para quem não tem casa, para quem produz e, principalmente, para quem paga a conta.”
Ao encerrar a manifestação, o pré-candidato afirmou que continuará fazendo oposição com responsabilidade e cobrando explicações sobre as prioridades da atual administração.
“Quando o assunto é a vida do povo, questionar não é ataque; é dever de quem fiscaliza. Eu não faço política com ofensa. Faço com trabalho, respeito e responsabilidade.”



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