O Conselho Deliberativo do São Paulo votará, na próxima segunda-feira (17), a proposta de reforma do Estatuto Social do clube. A votação será realizada de forma eletrônica, com início às 22h (de Brasília) do dia 17 e encerramento às 17h da terça-feira, 18 de agosto.
Entre as principais mudanças sugeridas pela comissão responsável, estão alterações na estrutura de governança, como a divisão mais clara entre as funções institucionais e executivas, e mudanças na composição do Conselho de Administração. De acordo com a proposta, o órgão passaria a ter nove integrantes, sendo cinco membros independentes.
A reforma também prevê o fortalecimento dos mecanismos de controle e fiscalização do clube. O texto estabelece estruturas de compliance, gestão de riscos e auditoria interna, além de ampliar o acompanhamento dos resultados administrativos e financeiros.
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Outra mudança envolve, ainda, o planejamento estratégico. Caberia ao Conselho de Administração elaborar um plano, com duração de três a cinco anos, com resultados mensuráveis. O órgão também seria responsável pelo acompanhamento das metas estabelecidas para a diretoria.
Na parte financeira, a proposta prevê mudanças na elaboração e no acompanhamento do orçamento. As informações deverão ser apresentadas separadamente entre futebol, área social e demais atividades do clube. Os balancetes também passariam a ser apresentados trimestralmente ao Conselho Deliberativo e disponibilizados no site oficial do clube.
Estudo sobre separação do futebol
A reforma inclui, ainda, a realização de um estudo de viabilidade sobre uma eventual separação societária entre o clube social e o futebol.
O levantamento deve ser realizado pelo presidente eleito nas eleições de 2026, previstas para dezembro, com apoio de instituições e assessorias especializadas.
A previsão no estatuto não representa, neste momento, uma decisão pela separação das atividades. Caso a possibilidade avance após a conclusão dos estudos, o tema ainda terá de passar por diferentes instâncias do clube.
A proposta estabelece que o Conselho de Administração, o Conselho Consultivo e o Conselho Deliberativo participem das avaliações. Uma eventual separação societária dependeria da aprovação de dois terços dos conselheiros e, posteriormente, da aprovação dos associados em Assembleia Geral Extraordinária.
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Conteúdo publicado automaticamente pelo Portal Nortão News.