Entre os grupos citados pelo candidato estão pessoas autistas e neurodivergentes, pessoas com deficiência, mães solo e famílias que enfrentam dificuldades para acessar serviços e direitos básicos. Para Samuel, a elaboração dessas políticas deve considerar diretamente as experiências de quem depende da atuação do poder público.
“É necessário que viabilizemos políticas públicas para combater as desigualdades. Temos, na maioria, intituladas maiorias minorizadas. É necessário que nós resgatemos o sentimento de pertencimento e ouçamos quem realmente precisa do poder público. Governar é estar a serviço das pessoas.”
A proposta apresentada pelo candidato também inclui a formação de uma rede integrada de apoio e proteção social, com medidas destinadas às famílias em situação de vulnerabilidade.
Entre as ações defendidas estão um pacto em defesa da primeira infância, iniciativas de proteção às mulheres e medidas de enfrentamento ao feminicídio e à violência doméstica. Samuel também citou o combate ao abuso, à exploração e ao trabalho infantil como prioridades.
Outro ponto destacado durante a entrevista foi a necessidade de intensificar as ações contra a exploração sexual de crianças e adolescentes. Segundo o candidato, o enfrentamento desse tipo de violência precisa ser tratado como uma prioridade das políticas públicas estaduais.
“Proponho viabilizar justiça social, promovendo rede de apoio, rede de proteção, um pacto em defesa da primeira infância, enfrentamento ao feminicídio, à violência doméstica, ao abuso, à exploração, ao trabalho infantil e combater muito fortemente a exploração sexual.”
Samuel também afirmou que situações de violência e vulnerabilidade não devem ser relativizadas ou tratadas como parte natural da realidade social.
“Não podemos romantizar esse mal que assola milhares de rondonienses.”
Ao longo da entrevista, o candidato apresentou a proposta de colocar a proteção social e a inclusão entre os eixos de uma eventual gestão, contemplando áreas como educação, saúde, assistência social, segurança e geração de oportunidades.
Segundo Samuel Costa, a atuação do Estado deve partir do conhecimento das diferentes realidades encontradas nos municípios e transformar essas demandas em políticas permanentes, com foco em dignidade, proteção, pertencimento e justiça social.
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