Rondônia produz, mas ainda enche a mesa com produtos de outros estados

Em volta de quem produz, a conversa foi sobre o que falta para a produção ficar. A candidata ao Senado Mariana Carvalho (Republicanos, 100) participou, na noite desta terça-feira (1º), de uma roda de conversa com pequenos produtores da Linha 98, em São Miguel do Guaporé, e ouviu as dificuldades de quem vive da agricultura familiar: o crédito que não chega, a assistência técnica que falta, o frete que come a renda e o mercado que prefere o produto de fora.


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“Temos um café premiado em Rondônia e muitas vezes não encontramos esse café no mercado para comprar. O queijo que poderia ser daqui, compramos de Minas. O frango que poderia ser produzido aqui também vem de fora. Precisamos criar condições para que aquilo que o nosso produtor faz chegue à mesa dos rondonienses”, afirmou Mariana Carvalho, candidata ao Senado.

O tema não é novo na relação dela com o município. Foi de emenda do mandato de Mariana que chegaram a São Miguel do Guaporé a colheitadeira e o secador de café, o perfurador de solo e a grade aradora que hoje servem aos produtores da região, o mesmo caminho de máquinas e implementos que o mandato levou a associações e prefeituras em dezenas de municípios.

Rondônia é o segundo maior produtor de café robusta do país, com produtividade recorde e Indicação Geográfica conquistada; a distância entre esse café premiado e a prateleira do mercado local foi exatamente o ponto da conversa na Linha 98.

Para Mariana, fortalecer o campo é olhar a cadeia inteira: crédito, assistência técnica, cooperativismo, agroindustrialização e logística que não castigue quem produz.

“Rondônia já sabe produzir. O nosso próximo passo é fazer essa produção valer mais aqui dentro, gerando renda para o produtor, emprego para as famílias e movimentando o comércio dos nossos municípios. Quero trabalhar no Senado para que o pequeno produtor tenha condições de produzir, transformar e vender aquilo que é nosso”, destacou a candidata.

“Eu enxergo a família que acorda cedo para produzir, não o tamanho da terra. Quem produz não quer favor: quer condição para produzir, transformar e vender”, concluiu Mariana Carvalho.



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Conteúdo publicado automaticamente pelo Portal Nortão News.

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