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12 de setembro de 2026 🗓️

Candidato bolsonarista de RO é um dos únicos do Brasil a recusar Fundo Eleitoral e financia campanha ao Senado com doações privadas

Resumo: A prestação de contas das Eleições 2026 mostra uma diferença no financiamento da campanha de Bruno Scheid (PL) ao Senado. Até a atualização dos dados consultados nesta sexta-feira (11), o candidato não registra recebimento de recursos do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC). Sua principal receita é uma doação privada de R$ 1 milhão, realizada pelo médico-veterinário e pecuarista Freddy Menegussi.

A campanha de Bruno Scheid (PL) ao Senado por Rondônia segue, até o momento, sem recursos do Fundo Eleitoral. Os registros públicos de prestação de contas disponíveis nesta sexta-feira (11) indicam que o candidato optou por uma estrutura de financiamento baseada em recursos privados.

Entre os candidatos ao Senado por Rondônia, Scheid é o único que, nos dados consultados, não apresenta repasse do FEFC. A disputa estadual conta com dez candidaturas registradas ao cargo.

A posição está alinhada ao discurso público adotado pelo candidato, que se manifesta contra o financiamento de campanhas com recursos públicos.

R$ 1 milhão de um único doador

A ausência de Fundo Eleitoral, entretanto, não significa uma campanha sem recursos expressivos.

O principal aporte recebido por Scheid veio do médico-veterinário e pecuarista Freddy Menegussi, que realizou duas transferências via Pix: uma de R$ 600 mil e outra de R$ 400 mil.

Somadas, as duas doações chegam a R$ 1 milhão. Segundo levantamento publicado a partir dos registros eleitorais, Menegussi tornou-se o maior doador individual identificado nas campanhas de Rondônia em 2026.

Os recursos são de origem privada e, portanto, têm natureza diferente do Fundo Especial de Financiamento de Campanha, abastecido com dinheiro público.

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Adversários receberam recursos públicos

Outras candidaturas ao Senado apresentam valores expressivos provenientes do Fundo Eleitoral.

Sílvia Cristina (PP) registra R$ 3.176.572,53 provenientes do FEFC, repassados pela Direção Nacional do Progressistas em três transferências. Considerando também recursos próprios e doações privadas registrados, a arrecadação declarada chega a R$ 3,211 milhões.

Fernando Máximo (PL), que disputa o mesmo cargo e pertence ao mesmo partido de Scheid, registra R$ 1.676.000 do Fundo Eleitoral, transferidos pela Direção Nacional do PL. Além disso, aparecem R$ 20 mil em recursos próprios, totalizando R$ 1,696 milhão em receitas declaradas na atualização consultada.

Os números mostram, portanto, modelos diferentes de financiamento dentro da própria disputa pelo Senado: enquanto candidatos utilizam recursos públicos distribuídos pelas direções partidárias, Scheid permanece, até o momento, sem registro de FEFC.



Fonte: [source]

Conteúdo publicado automaticamente pelo Portal Nortão News.

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