O desembargador Roberto Nussinkis Mac Cracken, presidente da Seção de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), determinou o bloqueio provisório das quotas societárias e de imóveis pertencentes à LP Administradora de Bens.
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A empresa concentra parte do patrimônio da família Fares, responsável pelo controle da varejista Marabraz. A decisão ocorre no contexto de uma disputa judicial envolvendo integrantes da família.
Segundo informações divulgadas pela colunista Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo, o magistrado também admitiu o recurso especial apresentado pelos irmãos Nasser Fares e Jamel Fares, permitindo que a controvérsia seja levada à análise do Superior Tribunal de Justiça (STJ).
Os dois são filhos de Abdul Hamid Fares, fundador da Marabraz, e atualmente estão à frente do controle da empresa.
Com o bloqueio, os bens e as participações societárias vinculados à administradora ficam temporariamente impedidos de serem movimentados nos termos determinados pela Justiça, enquanto o processo segue para as próximas etapas.
A medida tem caráter provisório e está relacionada ao andamento da disputa judicial. O caso ainda poderá ser analisado pelo STJ, que deverá avaliar os pontos apresentados no recurso admitido pelo Tribunal de Justiça de São Paulo.
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