Hildon quer reduzir impacto do frete sobre soja e milho em Rondônia

O campo está no centro da economia de Rondônia. Carne bovina, soja e milho, os três produtos que lideraram as exportações do estado em 2025, responderam juntos por cerca de 90% dos mais de US$ 3 bilhões vendidos ao exterior. Só soja e milho movimentaram mais de US$ 1,25 bilhão. Mas, enquanto a produção cresce, a infraestrutura necessária para escoá-la ainda enfrenta gargalos.


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Um dos principais desafios está na malha viária. Quando administrou Porto Velho, o candidato ao Governo Hildon Chaves (União Brasil Progressista) enfrentou uma das pontas desse problema: as estradas utilizadas para retirar a produção do campo. Ao longo da gestão, cerca de 7 mil quilômetros de estradas rurais foram atendidos, com serviços de patrolamento, encascalhamento, drenagem, instalação de bueiros e recuperação de pontes. Mais de 50 tratores e implementos agrícolas também foram destinados a associações de produtores.

Agora, em escala estadual, o desafio acompanha o crescimento da produção. Para a safra 2025/2026, Rondônia tem estimativa de produzir aproximadamente 2,8 milhões de toneladas de soja e 2,4 milhões de toneladas de milho de segunda safra. São mais de 5 milhões de toneladas apenas entre os dois grãos, que precisam percorrer estradas vicinais, rodovias e corredores logísticos até chegar aos terminais de Porto Velho e aos mercados consumidores.

Para enfrentar os gargalos, o plano de governo de Hildon prevê, nos primeiros 100 dias, mapear as cadeias produtivas por região, cruzando dados sobre produção, estradas, energia, crédito, armazenagem, agroindustrialização, logística e acesso aos mercados. A proposta é identificar as necessidades de cada território e direcionar os investimentos para os pontos que mais impactam a produção e o escoamento.

“Quem produz sabe que não adianta colher mais se o custo para tirar a produção da propriedade continua alto. Precisamos olhar região por região, identificar onde estão os gargalos e investir onde a estrada e a logística mais pesam no bolso do produtor. Quando a produção chega ao mercado com menos custo, sobra mais para quem trabalha e movimenta a economia de Rondônia”, afirmou Hildon.



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Conteúdo publicado automaticamente pelo Portal Nortão News.

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