🌤️ 28°C | Algumas nuvens ⛅

Sinop – MT 📍

28 de agosto de 2026 🗓️

Acir Gurgacz e Luciana Oliveira recebem milhões do fundo eleitoral ao Senado em Rondônia; Bruno Scheid, Fernando Máximo e Luis Fernando não têm repasse

Em resumo

  • Acir Gurgacz (PDT) recebeu R$ 3.010.000,00 do fundo eleitoral, o maior valor entre os candidatos ao Senado por Rondônia.
  • Luciana Oliveira (PT) aparece em segundo lugar, com R$ 1.588.286,27 recebidos do fundo até o momento.
  • Silvia Cristina (PP) e Mariana Carvalho (Republicanos) somam, cada uma, cerca de R$ 1 milhão em repasses do fundo.
  • Bruno Bolsonaro Scheid e Fernando Máximo (PL) não receberam recursos do fundo eleitoral; os valores de R$ 151.725,00 e R$ 20.000,00 que movimentaram vieram de doações de campanha.
  • Luis Fernando (PSD) também não recebeu nada do fundo eleitoral até agora.
  • Neidinha Suruí (PSB) e Ayres Mota (PV) ainda não têm nenhum valor registrado.

EUIDEAL – A corrida ao Senado por Rondônia nas eleições de 2026 já deixa clara uma assimetria de força financeira entre os candidatos — mas também exige separar duas fontes de recurso que costumam ser confundidas. Levantamento dos repasses do fundo eleitoral público de campanha mostra que Acir Gurgacz (PDT) e Luciana Oliveira (PT) concentram, sozinhos, mais de R$ 4,5 milhões em dinheiro público, enquanto outros três nomes da disputa — Bruno Bolsonaro Scheid, Fernando Máximo e Luis Fernando — não receberam absolutamente nada do fundo até o momento.

A dianteira: Acir e Luciana com milhões em caixa

Acir Gurgacz aparece isolado na liderança dos repasses, com R$ 3.010.000,00 destinados pelo PDT à sua campanha ao Senado a partir do fundo eleitoral. É o maior valor entre todos os postulantes rondonienses mapeados até aqui, e reflete o peso do partido na distribuição interna do fundo em nível nacional.

Logo atrás, Luciana Oliveira, do PT, recebeu R$ 1.588.286,27 do fundo eleitoral — segunda maior cifra do pleito estadual para a vaga no Senado. Somados, os dois nomes já concentram sozinhos uma fatia expressiva de todo o dinheiro público movimentado até agora na disputa.

“Acir Gurgacz e Luciana Oliveira concentram mais de R$ 4,5 milhões do fundo eleitoral — enquanto Bruno Scheid, Fernando Máximo e Luis Fernando não receberam nada.”

O pelotão intermediário

Um segundo grupo de candidatas reúne valores na casa do milhão, mas abaixo dos dois primeiros colocados. Silvia Cristina, do PP, recebeu R$ 1.010.000,00 do fundo, enquanto Mariana Carvalho, do Republicanos, teve repasse de R$ 1.000.000,00. As duas despontam como a terceira força financeira da corrida, ainda distantes de Acir e Luciana, mas com estrutura de campanha consideravelmente mais robusta que os demais nomes da lista.

Zero do fundo: Bruno Scheid, Fernando Máximo e Luis Fernando

É neste ponto que a apuração corrige um equívoco importante. Bruno Bolsonaro Scheid e Fernando Máximo, ambos do PL, não receberam nenhum valor do fundo eleitoral público até o momento. Os montantes de R$ 151.725,00 e R$ 20.000,00 associados a cada um deles, respectivamente, têm origem em doações de campanha — recurso privado, arrecadado diretamente pelos candidatos ou por seus partidos junto a apoiadores, e que não se confunde com o dinheiro público distribuído pelo fundo eleitoral.

Luis Fernando, candidato ao Senado pelo PSD, está na mesma situação em relação ao fundo: nenhum repasse foi registrado em seu nome até agora. A ausência de recursos públicos não impede a candidatura de seguir seu curso, mas evidencia que, pelo menos por ora, três dos concorrentes à vaga dependem exclusivamente de outras fontes de financiamento — ou ainda não tiveram recursos partidários direcionados à campanha.

O menor valor do fundo e as candidaturas sem registro

Entre os candidatos que de fato receberam algo do fundo eleitoral, Engenheiro Thúlio aparece com o menor montante: R$ 1.126,00.

Já Neidinha Suruí (PSB) e Ayres Mota (PV) não registram nenhum valor recebido do fundo eleitoral até o momento. A ausência de registro não significa necessariamente que as candidaturas estejam fora da disputa: pode refletir tanto a fase de distribuição interna dos partidos quanto eventual atualização posterior dos sistemas de prestação de contas.

Nota do Eu Ideal: os valores desta reportagem se referem exclusivamente ao fundo eleitoral público de campanha. Recursos oriundos de doações de campanha, como os declarados por Bruno Bolsonaro Scheid e Fernando Máximo, seguem regras e prestação de contas distintas e não devem ser somados aos repasses do fundo. Os números podem ser atualizados ao longo do período eleitoral, à medida que novos repasses forem registrados pelos partidos. A reportagem seguirá acompanhando a evolução desses valores até o fechamento oficial das contas de campanha.



Fonte: [source]

Conteúdo publicado automaticamente pelo Portal Nortão News.

Please select listing to show.
Please select listing to show.
Please select listing to show.
Please select listing to show.
Please select listing to show.