Conteúdo/ODOC – Durante agenda oficial no município de Várzea Grande, o ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, defendeu a neutralidade ideológica do setor produtivo brasileiro em declaração à imprensa.
O titular da pasta — que assumiu o comando do ministério após a desincompatibilização do senador mato-grossense Carlos Fávaro para disputar a reeleição ao Senado — enfatizou que o segmento deve ser compreendido além das disputas partidárias, destacando sua relevância econômica para o desenvolvimento do país.
Ao abordar a polarização política no campo, o ministro defendeu uma visão unificada sobre a produção rural. “O agro não é azul nem é vermelho, o agro não é lulista nem bolsonarista, o agro não é de esquerda nem de direita. O agro é um motivo de orgulho que une todos os brasileiros”, declarou André de Paula, ressaltando o papel do setor como patrimônio econômico nacional.
O gestor reforçou a abertura do governo federal para o diálogo permanente com representantes da cadeia produtiva, apontando a receptividade às demandas apresentadas pelas lideranças locais de Mato Grosso.
“Eu tenho recebido, inclusive aqui de Mato Grosso, muitos interlocutores. Todos os que me procuram, nenhum setor que manifestou o interesse de trabalhar junto, de construir pautas comuns, de enfrentar de forma solidária os desafios que o agro tem por enfrentar, ninguém que me procurou deixou de ser atendido”, pontuou.
A fala do ministro integra um esforço de articulação institucional do Ministério da Agricultura no maior estado produtor de grãos do país. Ao pregar a construção de pautas conjuntas e dar continuidade ao trabalho municipalista e de abertura de mercados iniciado na gestão do ex-ministro Carlos Fávaro, André de Paula buscou assegurar estabilidade e canais abertos de negociação para o fortalecimento da atividade agropecuária.
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