O que você precisa saber
- Adilson Honorato cita saúde, infraestrutura, educação, segurança e violência contra a mulher como prioridades.
- Defende aproximação com Ministérios federais como estratégia de trabalho.
- Diz que seu compromisso será com todos os eleitores, independentemente de viés político.
- Critica falta de unidade entre os atuais parlamentares de Rondônia em Brasília.
Ao ser questionado sobre quais áreas considera prioritárias caso seja eleito, Adilson Honorato não hesitou: para ele, praticamente todas as frentes de atuação pública em Rondônia demandam urgência. O candidato a deputado federal pelo PSD listou saúde, infraestrutura, educação, segurança e a área social, com destaque especial para o combate à violência contra a mulher, como pontos críticos que precisam de resposta rápida do poder público.
Segundo Honorato, os números relacionados a feminicídio e agressão doméstica no Brasil, e também em Rondônia especificamente, são preocupantes e reforçam a necessidade de medidas mais enérgicas nessa e em outras áreas sensíveis. Ainda assim, o candidato fez questão de diferenciar seu estilo de atuação de um discurso mais radical, afirmando que não pretende adotar uma postura de tratar toda a realidade do estado como catástrofe generalizada, já que, na avaliação dele, existem políticas públicas que já funcionam e devem ser fortalecidas, e não descartadas.
Aproximação com Ministérios como estratégia de trabalho
Para lidar com as políticas que ainda não produzem resultados satisfatórios, Honorato defende uma atuação próxima aos Ministérios federais, como os da Saúde, da Justiça e Segurança, e da Agricultura, funcionando como uma espécie de ponte entre o governo estadual e a estrutura do Governo Federal. Segundo ele, essa proximidade institucional serviria como um mecanismo paliativo enquanto ajustes mais profundos não são implementados.
“Passou a política, sendo eleito, o meu compromisso é com quem votou em mim e quem não votou.” — Adilson Honorato
O candidato também deixou claro que pretende separar sua atuação parlamentar de disputas político-partidárias. Segundo ele, uma vez eleito, seu compromisso passa a ser com todos os eleitores, tanto os que votaram nele quanto os que não votaram, independentemente de o governo federal ou estadual em exercício pertencer ou não ao mesmo espectro político. Para Honorato, a Constituição estabelece uma relação de mão dupla entre Estado e sociedade, em que o cidadão contribui com impostos e, em contrapartida, deve receber serviços públicos de qualidade, sem que essa entrega dependa de viés ideológico.
Crítica à falta de unidade da bancada rondoniense
Ao encerrar a fala, o candidato criticou o que descreveu como uma falta de coesão entre os atuais representantes de Rondônia em Brasília. Segundo ele, os oito deputados federais e três senadores do estado não caminham com o mesmo foco ou propósito, cada um priorizando pautas específicas de interesse próprio, em vez de atuarem como um bloco articulado. Para Honorato, o cargo de deputado federal exige responsabilidade voltada ao coletivo, e um dos primeiros passos, segundo ele, seria justamente fortalecer o diálogo entre os parlamentares do estado, buscando construir uma bancada mais unida.
Fonte: [source]
Conteúdo publicado automaticamente pelo Portal Nortão News.