Combate ao feminicídio exige participação ativa dos homens, defende Nilson Leitão


O presidente do Partido Progressista (PP) e pré-candidato a deputado federal por Mato Grosso, Nilson Leitão, defendeu uma atuação mais firme da sociedade e do poder público no combate ao feminicídio e à violência contra a mulher. Para ele, além da conscientização e da denúncia, é necessário endurecer as leis e ampliar a responsabilização dos agressores.

Segundo Leitão, o enfrentamento desse tipo de crime exige a participação ativa da população, especialmente dos homens, que devem romper o silêncio diante de situações de violência doméstica e denunciar casos de agressão às autoridades competentes.

“O silêncio muitas vezes contribui para que a violência continue. É preciso agir antes que a agressão termine em tragédia”, afirmou.

O pré-candidato também defendeu punições mais rigorosas para autores de feminicídio e violência contra a mulher. Em sua avaliação, a legislação precisa ser aperfeiçoada para impedir que criminosos se beneficiem de mecanismos que possam resultar em liberdade precoce ou redução significativa das penas.

Leitão defende uma atuação mais firme da sociedade e do poder público no combate ao feminicídio e à violência contra a mulher

Leitão afirmou ainda que é favorável ao fim de benefícios legais para condenados por crimes de feminicídio e à adoção de medidas mais severas contra agressores reincidentes. Segundo ele, a certeza da punição é um fator importante para desestimular a prática desses crimes.

Além do endurecimento das penas, o pré-candidato destacou a necessidade de fortalecer as políticas públicas voltadas à proteção das mulheres, incluindo investimentos em delegacias especializadas, casas de acolhimento, assistência psicológica e programas de prevenção à violência.

Para Nilson Leitão, o combate ao feminicídio também passa por uma mudança cultural, com a promoção do respeito às mulheres e o enfrentamento de comportamentos machistas que contribuem para a perpetuação da violência.

“O feminicídio é um crime que destrói famílias e interrompe vidas. Precisamos unir a sociedade e o Estado para proteger as mulheres e garantir que os responsáveis sejam punidos com o rigor necessário”, concluiu.

A defesa de penas mais severas e de uma atuação mais efetiva no combate à violência contra a mulher integra o conjunto de propostas que o pré-candidato pretende levar ao debate público durante o processo eleitoral.



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