EUIDEAL – A defesa de Lucas Machado Silva, um dos investigados na Operação Ouroboros — que apura lavagem de dinheiro ligada a fraudes eletrônicas em Rondônia —, divulgou nesta quarta-feira (19) uma nota pública para desmentir informações que vinham circulando nas redes sociais sobre um suposto acordo de delação premiada firmado por ele.
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“Não firmou nem negocia qualquer acordo”, afirma nota
Assinado pelo escritório ESP Advocacia, o comunicado é direto ao negar qualquer tratativa nesse sentido dentro do processo.
“A defesa de Lucas Machado Silva vem a público esclarecer que seu cliente não firmou nem negocia qualquer acordo de colaboração premiada ou delação no âmbito do processo em que figura como investigado. As mensagens que vêm circulando nesse sentido não correspondem à verdade e serão devidamente apuradas”, diz o texto.
Defesa reforça que processo segue em segredo de justiça
A nota faz questão de delimitar o alcance do esclarecimento, informando que a manifestação pública tem como único objetivo corrigir a informação considerada falsa, sem representar qualquer exposição do conteúdo da investigação — que, segundo os advogados, permanece integralmente sob sigilo.
“Este esclarecimento se limita a corrigir informação falsa já veiculada publicamente, não importando em exposição de conteúdo do processo, que permanece integralmente resguardado por segredo de justiça”, afirma o comunicado.
Em razão desse sigilo, a defesa informou que não vai comentar o mérito da investigação, mas afirmou confiança na demonstração da inocência do cliente ao longo do processo.
“Em razão do sigilo de justiça que resguarda o processo, a defesa não tecerá comentários adicionais sobre o mérito da investigação, e permanece confiante na plena demonstração da inocência de seu cliente pelas vias legais”, conclui a nota.
Relembre a Operação Ouroboros
Lucas Machado Silva está entre os investigados na Operação Ouroboros, deflagrada pela FICCO/RO com o cumprimento de 8 mandados de prisão preventiva e 18 de busca e apreensão em Porto Velho. A ação apura um esquema de lavagem de dinheiro proveniente de fraudes eletrônicas contra instituições financeiras, com a Justiça tendo autorizado o bloqueio de até R$ 30 milhões em contas bancárias, além do sequestro de veículos, embarcações, jet skis e ativos em criptomoedas ligados ao grupo investigado.
Nota do Eu IdealO conteúdo desta matéria reproduz a manifestação oficial divulgada pela defesa de Lucas Machado Silva, sem qualquer acesso a informações do processo, que corre sob segredo de justiça. O Eu Ideal não tem meios de confirmar ou refutar, de forma independente, as alegações contidas na nota, e mantém o espaço aberto para eventuais atualizações do caso.
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Conteúdo publicado automaticamente pelo Portal Nortão News.