O que você precisa saber
- A Seduc afastou cautelarmente um professor do Colégio Tiradentes de Guajará-Mirim (CTPM-X).
- Foi instaurado processo administrativo para apurar os fatos (SEI nº 0029.045345/2026-11).
- A Secretaria reforça repúdio a qualquer violência ou abuso contra crianças e adolescentes.
- Suporte à comunidade escolar é oferecido pela Superintendência Regional de Educação.
A Secretaria de Estado da Educação de Rondônia (Seduc) divulgou nota oficial confirmando que já adotou medidas administrativas em relação a um professor do Colégio Tiradentes da Polícia Militar de Guajará-Mirim (CTPM-X). Entre as providências informadas está o afastamento cautelar do servidor das atividades desenvolvidas na unidade de ensino.
Segundo o comunicado, a pasta também solicitou a abertura de um procedimento administrativo para apurar integralmente os fatos envolvendo o caso, tramitando sob o Processo SEI nº 0029.045345/2026-11. A Secretaria destacou que a condução dessa apuração respeitará os princípios do devido processo legal, do contraditório e da ampla defesa, garantias asseguradas ao servidor investigado.
A Seduc reforça repúdio a qualquer forma de violência, abuso ou exploração sexual envolvendo crianças e adolescentes, classificando essas condutas como incompatíveis com o ambiente escolar.
Na nota, a Seduc reforça publicamente seu repúdio a qualquer forma de violência, abuso ou exploração sexual envolvendo crianças e adolescentes, classificando esse tipo de conduta como incompatível com o ambiente escolar e com os princípios que devem nortear a proteção e o respeito aos direitos dos estudantes.
A pasta também manifestou solidariedade à estudante envolvida no caso, à família dela e a toda a comunidade escolar do CTPM-X. Segundo o comunicado, o suporte necessário à comunidade tem sido oferecido por meio da Superintendência Regional de Educação de Guajará-Mirim (Super), dentro das atribuições institucionais do órgão.
Até o momento, o processo administrativo segue em fase de apuração, e o servidor investigado tem assegurado o direito de se manifestar e apresentar sua defesa ao longo do procedimento.
Nota da redação
Por se tratar de caso envolvendo uma criança ou adolescente, este site não identifica a estudante nem detalha circunstâncias que possam expô-la. O servidor é tratado como investigado, e é presumida sua inocência até que se prove o contrário, sendo-lhe assegurado o direito ao contraditório e à ampla defesa.
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