A defesa do professor Oliver Yoshio Umeda Yatsugafu emitiu uma nota oficial onde refuta informações sobre os inquéritos da Polícia Civil e assegura que não há denúncia formal do Ministério Público até o presente momento.
Esclarecimentos sobre os indiciamentos
Os advogados Marcos Túlio Fernandes Melo e José Carlos Formiga Júnior informam que o docente está sob investigação em um inquérito por suposto assédio sexual envolvendo uma única estudante. Além disso, há outro procedimento em andamento relacionado a alegações de constrangimento ilegal contra duas mulheres. A defesa enfatiza que é incorreto afirmar que o professor foi indiciado por assédio sexual contra “alunas”, no plural.
Depoimentos e afastamento
Na nota, os advogados detalham que Oliver prestou depoimento em ambos os inquéritos, acompanhado por sua defesa, e negou veementemente todas as acusações, apresentando sua versão dos fatos. Sobre o afastamento do professor da função de maestro na Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), a defesa esclarece que se trata de uma medida preventiva para resguardar a apuração e não um reconhecimento de culpa ou punição.
Contexto do processo e defesa da presunção de inocência
Os advogados ressaltam que o caso está tramitando sob sigilo e que todas as manifestações relevantes serão feitas dentro do processo. Na nota, também criticam a chamada “espetacularização” do caso e reafirmam a importância da presunção de inocência, demonstrando confiança de que tanto o Poder Judiciário quanto o Ministério Público irão conduzir a análise dos inquéritos de forma isenta e respeitando o devido processo legal.
É fundamental que a verdade dos fatos seja apurada com rigor, garantindo a justiça e os direitos de todos os envolvidos neste caso.