“A gente vai seguir fazendo o que a gente pode dentro das condições que a gente tem. Eu tinha um bom carro e imagino que a gente poderia alcançar os cinco primeiros. Já tinha feito uma ultrapassagem e estava atacando o oitavo colocado. Na quarta volta, do nada, o spliter dianteiro descolou, o que prejudica a aerodinâmica do carro”, explicou Casagrande, logo após a corrida.
“Eu até tentei ‘consertar’, quando não sabia o que tinha acontecido. A gente antecipou o pit stop pensando que fosse um problema nos pneus, mas não era. Logo na saída dos boxes senti que a vibração não tinha parado. E aí, em uma pista de curvas de alta velocidade, você não tem pressão nenhuma. E aí fica complicado de competir”, seguiu o piloto.
“Tentei me defender até o ponto de sair da pista. Consegui alguns pontos, mas a gente tinha chances para mais. A gente sai ainda na vice-liderança, mas distante do líder e longe de onde gostaríamos. Vamos levar de aprendizado que a nossa resiliência seja o nosso ponto forte mesmo quando a gente não precisa”, completou Gabriel Casagrande, que tem os patrocínios de Baterias Júpiter, Axalta, Cresol, OnPetro, STP, RP Info, UFI Filters e Aeroparque Camboriú.
Casagrande segue na segunda posição na tabela de classificação, somando 421 pontos após cinco etapas. A diferença em relação ao líder do campeonato é de 78 pontos após a passagem pelo circuito cuiabano.
A Stock Car dá sequência à temporada 2026 nos dias 24, 25 e 26 de julho, quando visita o Velocitta, autódromo localizado em Mogi Guaçu (SP).