Os 7 eixos que prometem mudar a realidade da pesca artesanal no Brasil na próxima década


Pescadores artesanais ganham reforço histórico com plano de sustentabilidade e direitos para a próxima década

Ó Ministério da Pesca e Aquicultura oficializou o Plano Nacional de Pesca Artesanal (PNPA). O documento funciona como um plano estratégico com validade de uma década. O objetivo central é guiar as ações do programa “Povos da Pesca Artesanal”, focado em proteger, valorizar e garantir direitos para os pescadores tradicionais de todo o país.

De acordo com o texto da portaria, o PNPA deve promover a sustentabilidade econômica, social, cultural e ambiental do setorgarantindo que essas comunidades tenham mais acesso a políticas públicas essenciais – acesse na íntegra ao fim desta matéria.

  1. Antes de pescar, confira quais peixes podem ser levados para casa

As ações foram divididas em sete eixos estratégicos:

  • Economia e Comercialização: incentivo à produção, venda e consumo da sociobiodiversidade pesqueira.
  • Diálogo e Conhecimento: integração do saber tradicional dos pescadores com assistência técnica, extensão e formação profissional.
  • Sustentabilidade: foco no ordenamento, uso sustentável e conservação dos recursos pesqueiros.
  • Defesa de Territórios: proteção do direito às terras e às águas, combatendo conflitos territoriais que afetam as comunidades.
  • Cultura e Identidade: valorização das tradições e da memória da pesca artesanal.
  • Dignidade Humana: garantia de direitos básicos como saúde, assistência social e previdência para os trabalhadores do setor.
  • Justiça Climática: criação de estratégias para o enfrentamento e adaptação das comunidades diante da emergência climática.

Coordenação e Orçamento

Iniciativa busca identificar e valorizar produtos oriundos de pesca artesanal no país. (Foto: Jean Fernandes – Ecoa)

A responsabilidade de coordenar, monitorar e avaliar os resultados do programa na próxima década fica a cargo da Secretaria Nacional de Pesca Artesanal.

O órgão também terá a missão de abrir canais de participação social, permitindo que os próprios pescadores e a sociedade civil ajudem a fiscalizar e sugerir melhorias para o plano.

Por se tratar de um plano de longo prazo, a execução das atividades dependerá do orçamento disponível e da cooperação de diferentes órgãos públicos, respeitando a legislação vigente. O texto integral do Plano Nacional da Pesca Artesanal será disponibilizado no site oficial do Ministério da Pesca e Aquicultura.

Pesca artesanal
Pescador artesanal da Tradicional Comunidade Barra do São Lourenço, Corumbá, MS. (Foto: Jean Fernandes – Ecoa)

A nova medida já está em vigor.

Acesse o texto na íntegra.



Source link

Please select listing to show.
Please select listing to show.
Please select listing to show.
Please select listing to show.
Please select listing to show.