Pivetta se reúne com embaixador belga e diz que MT busca fortalecer indústria têxtil e ampliar biocombustíveis.


O governador Otaviano Pivetta teve audiência, ontem à tarde, no Palácio Paiaguás, com o embaixador da Bélgica no Brasil, Chris Hoornaert, para fortalecer as relações comerciais de Mato Grosso com a Bélgica e ampliação de parcerias internacionais. O embaixador destacou que esta é a primeira visita que faz a um Estado ressaltou o impacto do acordo entre União Europeia e Mercosul no fortalecimento das relações comerciais. “Mato Grosso é extremamente relevante para a agricultura e para o comércio internacional. Com o acordo entre União Europeia e Mercosul, há uma ampliação significativa das trocas comerciais entre as duas regiões, e o Estado tem papel estratégico pela sua capacidade de produção e exportação em larga escala”, disse o embaixador.

Ele acrescentou que “também é importante compreender como Mato Grosso concilia produção e preservação ambiental, além de identificar oportunidades em setores como biotecnologia, química, mecânica e logística, que são áreas de interesse para cooperação”.

Chris também destacou o potencial de produtos regionais e da agricultura familiar dentro desse cenário de ampliação comercial. “Existe um grande potencial em produtos regionais com identidade própria e qualidade reconhecida, como cacau e café, além da agricultura familiar. Há espaço para agregar valor à produção local e ampliar oportunidades comerciais entre a Bélgica e Mato Grosso”, pontuou o embaixador.

O governador Otaviano Pivetta destacou a força da produção agropecuária e a capacidade de expansão do Estado com manutenção de áreas preservadas. “Mato Grosso hoje produz um terço de toda a produção do Brasil. Mantemos mais de 60% do território preservado e ainda temos capacidade de dobrar a produção em áreas já abertas, com tecnologia, biofertilizantes e práticas regenerativas. O objetivo é crescer com sustentabilidade, sem avançar sobre novas áreas”, afirmou.

Pivetta manifestou ao embaixador que o Estado vive um novo ciclo econômico baseado na industrialização e na agregação de valor às cadeias produtivas. “A nossa meta é avançar na verticalização das cadeias da soja, milho e algodão, fortalecer a indústria têxtil e ampliar os biocombustíveis. A estratégia é transformar aqui o que produzimos, gerando emprego, renda e desenvolvimento sustentável, com mais valor agregado dentro do próprio Estado”, finalizou.

Também participaram da audiência a secretária de Estado de Agricultura Familiar, Andreia Fujioka, a secretária de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mayran Beckman, e o secretário executivo de Meio Ambiente, Alex Marega, informa a secretaria estadual de Comunicação.



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