Os candidatos inscritos no Sisu+ 2026 têm até esta sexta-feira (19) para alterar as opções de curso escolhidas na etapa complementar do Sistema de Seleção Unificada. A mudança deve ser feita exclusivamente pelo Portal de Acesso Único.
A etapa complementar oferta 9.436 vagas disponíveis em 34 instituições públicas de ensino superior. Os estudantes podem usar as notas de corte parciais, já divulgadas pelo Ministério da Educação (MEC), como referência para avaliar a situação da inscrição.
As notas podem ser consultadas nas páginas do Sisu Aluno e do Sisu Vagas, além da Central de Atendimento do MEC, pelo telefone 0800-616161. O ministério reforça que a nota de corte não garante a seleção, mas ajuda o candidato a acompanhar a posição em relação à vaga escolhida.
No Sisu+, a nota de corte é atualizada periodicamente, conforme o processamento de novas inscrições. A pontuação pode variar de acordo com a instituição, já que universidades podem adotar pesos diferentes para as provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem).
A nota de corte representa a menor pontuação necessária para que o candidato fique classificado dentro do número de vagas disponíveis no curso, turno, local de oferta e modalidade de concorrência escolhidos.
As instituições participantes também devem disponibilizar acesso gratuito à internet para que candidatos possam fazer a inscrição nos dias e horários de funcionamento regular.
Além das vagas ofertadas, o Sisu+ também contempla cursos presenciais de licenciatura vinculados ao programa Pé-de-Meia Licenciaturas. Estudantes que alcançaram média mínima de 650 pontos nas cinco provas do Enem podem participar, caso sejam selecionados para uma licenciatura presencial.
Pelo programa, o aluno recebe bolsa mensal de R$ 1.050 desde o ingresso até a conclusão do curso. Os cursos elegíveis aparecem sinalizados no sistema com a marca do Pé-de-Meia Licenciaturas.
O Sisu+ é uma etapa complementar ao Sisu regular e tem como objetivo ampliar o acesso à educação superior, além de ajudar instituições públicas a preencher vagas que poderiam ficar ociosas ou depender de processos seletivos próprios.
Segundo o MEC, a iniciativa deve beneficiar especialmente cursos que tradicionalmente precisam de chamadas sucessivas para preencher vagas, como licenciaturas, engenharias e outras áreas estratégicas.
A proposta também busca reduzir custos administrativos, ampliar a divulgação das vagas e padronizar os procedimentos de seleção em uma plataforma já conhecida por estudantes e instituições.
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