A WePink, marca de cosméticos associada à influenciadora e empresária Virginia Fonseca, alcançou faturamento de R$ 1,3 bilhão no último ano divulgado. O resultado voltou a ganhar destaque após reportagens sobre uma investigação envolvendo movimentações financeiras milionárias citarem o nome da empresária.
Em entrevista concedida no início do ano, Virginia comemorou o desempenho da empresa e revelou que a marca ultrapassou a marca bilionária em faturamento. Segundo ela, os números representam a expansão dos negócios e o crescimento da presença da WePink no mercado brasileiro de cosméticos.
Faturamento bilionário da marca
Durante a entrevista, Virginia informou que a empresa registrou faturamento de R$ 1,3 bilhão no período anterior. A declaração reforçou a posição da WePink entre as marcas de destaque no segmento de beleza e cuidados pessoais.
Fundada a partir da parceria entre Virginia e empresários do setor, a companhia ampliou sua atuação nos últimos anos, apostando em lançamentos frequentes e forte presença nas redes sociais.
Relatórios e investigações repercutem caso
O tema voltou ao centro das atenções após reportagens da imprensa nacional divulgarem informações sobre uma investigação conduzida pela Polícia Federal. As publicações também mencionaram movimentações financeiras milionárias relacionadas ao caso.
Os levantamentos divulgados indicam que as apurações analisam diferentes operações financeiras. Até o momento, não houve divulgação pública de conclusão definitiva sobre as investigações mencionadas nas reportagens.
Origem da empresa e antiga sociedade
Reportagem da revista Piauí apontou que a origem da WePink estaria ligada à antiga empresa Pink Lash, criada em São Paulo. Segundo a publicação, Karen Mori teria participado da sociedade inicial ao lado de Samara Martins e Thiago Stabile, atuais parceiros de Virginia nos negócios.
De acordo com o relato apresentado pela revista, Karen afirmou ter investido cerca de R$ 800 mil na abertura da primeira unidade da empresa em 2017. Ela declarou que os recursos teriam sido obtidos por meio da venda de um veículo pertencente ao então marido.
O nome de Karen passou a ser citado porque seu ex-marido, Wagner Ferreira da Silva, conhecido como “Cabelo Duro”, foi apontado por autoridades como integrante do Primeiro Comando da Capital (PCC). A publicação afirma que a sociedade original foi encerrada antes do desenvolvimento da WePink.
Posicionamento de Virginia
Em declaração reproduzida pela revista, Virginia afirmou que conheceu Karen em eventos relacionados à Pink Lash e disse não associar pessoas a eventuais atos de terceiros apenas por relações comerciais ou de convivência.
A influenciadora também declarou confiar em seus sócios e afirmou que nunca teve motivos para suspeitar da conduta deles. Até o momento, a empresária mantém esse posicionamento sobre o caso.
A trajetória da WePink ocorre em um contexto de forte crescimento do mercado brasileiro de beleza, segmento que movimenta bilhões de reais anualmente e reúne marcas que utilizam influência digital como estratégia para ampliar vendas e reconhecimento de marca.
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